Descoberta de um Quasar Cloverleaf

A origem desse quadro é facilmente encontrada raças às observações realizadas em condições quase perfeitas no observatório La Silla. Não restam dúvidas de que durante décadas suma importância para astromonia, o que foi possível, hoje, possível mostrar que a imagem de um quasar distante consiste em nada menos que quatro componentes. Cabe apontar que, apesar de mais apropriadamente, o objeto tornou-se agora conhecido como o quasar cloverleaf, a realidade explicita um quadro bem distinto do esperado, pois em peculiaridade deve-se ao efeito da "lente gravitacional", um fenômeno previsto pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein. Diante do exposto, então, é a uma distorção no espaço-tempo causada pela presença de um corpo de grande massa entre um objeto e um observador, dessa forma, observadas pelos modernos telescópios.



Rara lente gravitacional


Neste campo de visão, os quasares são conhecidos por serem os objetos mais luminosos do Universo e, desta forma, podem ser vistos a distâncias maiores do que qualquer outro objeto conhecido. Desta forma, observações recentes de um grupo de astrônomos europeus no Observatório ESO La Silla parecem indicar que os quasares mais poderosos podem de fato parecer mais luminosos do que realmente são, pois, como sendo que, sua luz pode ser amplificada pelo efeito da lente gravitacional. Segundo descoberto anteriormente que o quasar UM 673 (eso8715) tem uma imagem dupla devido a este efeito, descobriram agora que a imagem de outro quasar altamente luminoso, conhecido como H 1413+117, é na realidade quatro imagens muito próximas, que parecem um trevo de quatro folhas no céu.

Segundo as imagens foram obtidas em condições atmosféricas muito boas com o telescópio ESO/MPI de 2,2m e uma câmera CCD de alta resolução e mostram claramente o quasesar H 1413+117 como um objeto quádruplo. Todas as quatro imagens são igualmente brilhantes e são separadas por menos de 1 arcsegundo; ver a foto que acompanha.

Sendo possível obter espectros individuais de duas dessas imagens com o ESO Faint Object Spectrograph and Camera (EFOSC) no telescópio ESO 3.6m. Segundo os espectros são idênticos, indicando que as imagens são de fato do mesmo quasar. Claramente o desvio vermelho comum é medido como 2,55, correspondendo a uma velocidade de recessão aparente de cerca de 85% da velocidade da luz. Entretanto, por causa da enorme distância que nos separa do quasar, vemos como está há 13 bilhões de anos. Além disso, várias linhas de absorção estreitas são vistas no espectro de uma das imagens quasares. Neste ponto acredita-se que essas linhas se originem na matéria associada à galáxia que causa o efeito de lente.

Em conformidade ao estudo astrofísico contínuo deste raro sistema de lentes gravitacionais contribuirá para nosso conhecimento sobre o conteúdo da matéria escura do Universo. Contudo também pode levar a uma determinação independente de importantes parâmetros cosmológicos, por exemplo, da idade do Universo.

Lente gravitacional e amplificação

Nessa época aconteceu fatos importantes, ocorreu a origem desse quadro é facilmente encontrada no eclipse solar total de 1919, isto é quando os astrônomos observaram pela primeira vez um aparente deslocamento nas posições das estrelas perto do membro do Sol, como sendo, reconhecido que os feixes de luz podem ser dobrados, não apenas em sistemas ópticos, mas também em campos gravitacionais. Visto que, na verdade, esse efeito foi previsto por Einstein dentro de sua Teoria Geral da Relatividade.

Segundo o estudo de Campos gravitacionais podem atuar como sistemas ópticos de lentes e espelhos.

A dobra da luz também é observada quando a luz de um quasar distante passa perto de um ou mais objetos maciços em seu caminho para nós. Nestes tais objetos podem ser galáxias individuais ou aglomerados de galáxias. Como sendo o efeito é referido como uma lente gravitacional.

Apesar disso, dependendo da intensidade e forma do campo gravitacional, que está na massa e configuração geométrica dos objetos na lente gravitacional, a luz do quasar pode não apenas ser dobrada em múltiplas imagens do quasar, mas algumas dessas imagens podem se tornar mais brilhantes do que o quasar em si teria aparecido na ausência da lente gravitacional. Isso é referido como amplificação de luz.

Devido ao efeito de amplificação, podemos ser capazes de observar imagens gravitacionais de quasares muito distantes, que de outra forma teriam sido muito fracos para detectar com telescópios atuais. Segundo este fato, as lentes gravitacionais podem, pelo menos em princípio, nos permitir investigar regiões inacessíveis e muito remotas do Universo.

Neste evento da astronomia, o desvio vermelho denota a fração pela qual as linhas são deslocadas para comprimentos de onda mais longos no espectro de uma galáxia distante ou quasar recuando de nós com a expansão do Universo. Contudo, o desvio avermelhado observada dá uma estimativa direta da velocidade de recessão aparente, que é em si uma função (conhecida como a relação Hubble) da distância do objeto em estudo.



Fonte

eso8806. PR 06/88, Cloverleaf quasar, H 1413+117. Early Universe : Galaxy : Activity. : Quasar. ESO 3.6-metre telescope, MPG/ESO 2.2-metre telescope. EFOSC, WFI. https://www.eso.org/public/usa/news/eso8806/









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